A História
Baía do Tejo
A Baía do Tejo, S.A. resultou da fusão por incorporação na Quimiparque da SNESGES – Administração e Gestão de Imóveis e Prestação de Serviços, S.A., e URBINDÚSTRIA – Sociedade de Urbanização e Infraestruturação de Imóveis, S.A. ocorrida em finais de 2009. Em dezembro de 2010 e mediante a celebração de um contrato-promessa de aquisição ao Estado Português, envolveram-se, desta forma, também os ativos antes detidos pelo Fundo Margueira Capital (antigas instalações da Lisnave em Almada).

Com esta fusão concluiu-se o processo desencadeado em 2008 e conducente à racionalização de recursos e potenciação dos mesmos no sentido de acelerar ainda mais a reconversão e revalorização destes territórios, os quais têm potencialidades assinaláveis para o seu desenvolvimento e valorização, embora com problemas de significativa dimensão, ainda por resolver, decorrentes das múltiplas atividades económicas desenvolvidas nos mesmos ao longo de décadas, e que legaram aos territórios um enorme passivo ambiental.

Assim, a missão da Baía do Tejo S.A. assenta em valorizar os territórios localizados nos concelhos do Barreiro, Seixal, Almada e também em Estarreja. Este desenvolvimento e valorização são prosseguidos em simultâneo com a manutenção de atividade de gestão de Parques Empresariais existentes nos vários territórios e sempre com o objetivo de assegurar a respetiva sustentabilidade financeira da empresa.

A empresa consubstancia a sua atividade em políticas de racionalidade e sustentabilidade económica, social e ambiental, procurando eliminar os passivos históricos existentes e em simultâneo procura criar condições para a instalação de atividades económicas geradoras de emprego e desenvolvimento local, requalificando os territórios e imóveis disponíveis, atribuindo-lhes funções e usos ajustados aos tempos atuais e perspetivas futuras.